domingo, 3 de fevereiro de 2013

Depois, pela manhã


Depois, pela manhã

Da boca pingas um sorriso terno
O cabelo solto desalinhado
O peito ainda despido, pintado
P'la luz doce da janela de inverno

O olhar perdido no vidro quebrado
O café que aquece as mãos, vazias
Dos gestos que ainda há pouco fazias
Correndo p'lo meu corpo ora deitado

Depois do fogo, vem doce a calma
E os meus sentidos que por ti deslizam
Vêm nossos beijos que se eternizam
E é tua que fica a minha alma





Palavras de Dom Platonico
Fotografia de DJCD

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