Sedento,
Como o doce orvalho,
Que rega a pétala que se renova
O desejo dos lábios bem trémulos
Que esperam os teus.
És sílaba,
Feita bálsamo do amor,
Vício que mata a sede
Secando o meu paladar
Nesta paixão que unge os seios
Palpitando todas as emoções

Poema de Luís Ferreira
Fotografia de Tokarev Vlad