quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Apeteces-me tanto


No sabor do calor íntimo da noite
Tocada pelo ar que te dança em redor
Escorrendo na pele a luz da lua
Que se desenha em cada curva nua

Os braços audazes soltos abertos
Provocam sedes fomes paixões
A roupa já caída descomposta
O flanco, o ombro, a coxa nua, exposta

A pele espraiada livre em lençóis
Desperta desejo louco que me invade
Vem,
  Traz o teu corpo em que me encanto
Apeteces-me
Apeteces-me tanto!




Palavras de Dom Platonico
Fotografia de autor desconhecido



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